
Amor epistolar sáfico em “É assim que se perde a guerra do tempo”
“Eu me senti sozinha. Senti falta daquelas vozes. Senti falta das mentes por trás delas. Eu queria ser vista. Essa necessidade tomou meu coração.” Escrito por Amal El-Mohtar e Max Gladstone, É assim que se perde a guerra do tempo (publicado no Brasil pela editora Suma, com tradução de Natalia










